Nos dias 11,12 e 13 de abril de 2012 foi realizado no auditório da FEBF o IX ciclo de debates-Formação de comunidades leitoras na periferia realizada pela E.M Barro Branco em parceria com a FEBF. Objetivo do evento é refletir em que medida as políticas públicas de incentivo á leitura tanto a nível nacional, quanto a nível municipal, têm contribuído para autêntica formação de um cidadão leitor; Promover atividades junto aos responsáveis e alunos, em que a leitura seja legitimada como fonte de conhecimento e prazer; reconhecer como legítimas as mútlipas linguagens que permeiam práticas leitoras.
No próprio evento, aconteceu uma aprensentação das crianças da E.M.Barro Branco,
de Cecília Meireles, contando um pouco da história da autora. E, depois uma
palestra História e história: entrelaces de um viver. Com a professora Maria
Dolores Coni Campos, (Pedagoga Mestre em educação pelo campo cotidiano em
educação da UFF) que trouxe para nós sua vivência como educadora, suas experiências e sua paixão
pela leitura.Durante a palestra ela foi contando fábulas usou a do jabuti e da onça,leu o poema de Cecília Meireles "A língua do Nhem".E também resaltou a importância da valorização do ser humano, saber valoriza o talento de cada um e que a escola só existe por causa do aluno.
Um outro momento que chamou muito a minha a atenção foi quanto um aluno de EJA da escola Barro Branco deu um depoimento falando de como foi a sua trajetoria pra aprender a ler e escrever.Foi muito emocionante o seu relato a sua filha estava presente, mencionou que seu pai sempre a incentivou a estuda e o quando era importante ler, sempre deve muitos livros em casa. Já que seu pai conseguia lê ,ou melhor como ele mesmo disse juntava as letra, e isso foi de extrema importância para sua formação e que agora é ela que o incentiva a estudar.
domingo, 29 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A importância do portfolio
Uma das características a realçar no portfolio é a sua capacidade auto-reflexiva. O
portfolio é a concretização do difícil processo reflexivo, continuado e sempre inacabado, é
através deste que o aluno demonstrará a sua capacidade de auto-avaliação e reflexão
acerca da sua prática.
Segundo Sá-Chaves (2005, p:86) O portfolio revela a evidência tangível dos
processos resultados ou realizações e as competências que vão sendo atualizadas quando
a pessoa muda e cresce.
No entanto, o portfolio é mais do que uma simples colecção, caracterizando-se,
também, pela produção de reflexões sobre todos os aspectos que integram o processo de
formação (Bernardes & Miranda, 2003, p: 2003).
Tal como defende Villas-Boas (2006, p:114), O portfolio é um dos saberes a serem
incorporados por futuros profissionais de educação, que, por meio dele, não apenas
estudam sobre a avaliação, como normalmente se procede mas vivenciam práticas que
poderão adoptar nas escolas onde actuarão. Trabalha-se assim a teoria e a prática de
avaliação numa perspectiva emancipadora.
Pode afirmar-se que o portfolio tem uma dupla funcionalidade, na medida em que
pode assumir uma dimensão estruturante e organizadora, como assume uma função
reveladora e estimulante nos processos de desenvolvimento pessoal e profissional.
Portfolio: Estratégia Formativa e de Reflexão na Formação Inicial em Educação de Infância
Para Veiga Simão se utilizarmos o portfolio como metodologia
centrada na aprendizagem, antecipam-se mudanças de papeis, promoção das autoa-
avaliações, auto-aprendizagens através do estabelecimento de objectivos próprios e
consequentemente, planos de concretização, para que assim seja, é necessário uma
mudança de perspectiva pedagógica no sentido de fomentar a reflexão e o questionamento
do processo de ensino-aprendizagem, aumentando, também as cumplicidades entre os
diversos protagonistas.
Este instrumento possibilita um registo contínuo das aprendizagens, dos progressos e
das experiências, resultantes do exercício das actividades do estagiário.
O portfolio, para além de um instrumento de avaliação reflexiva para o aluno, é
utilizado na formação inicial como uma metodologia que tem como finalidade implementar e
facilitar os processos de reflexão sobre a prática pedagógica.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Linguagens infantis
O livro linguagens infantis outra forma de leitura tem como foco de discussão a educação das crianças de 0 a 6 anos de idade e não o ensino.É composto de artigos que descrevem pesquisas,reflexões e experiências envolvendo as diferentes linguagens das crianças.
O prefácio do livro me chamou bastante atenção pois o autor desenvolve uma forma revolucionária de compreender o processo de aquisição da escrita. Enfatiza a necessidade de compreendermos o fenômeno da escrita com uma visão mais ampla, em que é necessário considerar que“[...] a escrita foi produzia pincipalmente em função da necessidade de registro da propriedade e do fluxo comércio.Desenvolveu-se e sofisticou-se á medida que a sociedade de classes,expandiu-se".Assim o autor destaca a idéia de que a escrita não tem somente a função de comunicação, pois surgiu com o poder,surgiu para garantir a posse,a propiedade, a diferença o controle da mercadoria, sendo muito tardia nas historias da cultura escrita utilização deste instrumento como veículo de comunicação.
Debate 1: Leitura com letras e sem letras na Educação infantil no norte da Itália.Nesse artigo Maria Cristina traz a experiência da rede publíca da educação infantil de bolonha, norte da Itália.No artigo a autora desenvolve com detalhes várias possibilidades que o livro oferece para as diferentes idades, desde crianças com idades de seis meses, dois anos, bem como com crianças maiores.
Alguns princípios têm orientado esse trabalho.Em primeiro lugar, o princípio da compreensão do que o livro é um instrumento de relacionamento.Em segundo lugar, a percepção de que o livro é um objeto a ser explorado e que ajuda a criança a inventar e construir outras historias.Em terceiro lugar, a compreensão de que o livro também é uma ocasião para criança viver aventuras emocionante que constituem a chave de acesso ao mundo da imaginação.Debate 1: Leitura com letras e sem letras na Educação infantil no norte da Itália.Nesse artigo Maria Cristina traz a experiência da rede publíca da educação infantil de bolonha, norte da Itália.No artigo a autora desenvolve com detalhes várias possibilidades que o livro oferece para as diferentes idades, desde crianças com idades de seis meses, dois anos, bem como com crianças maiores.
Debate 2:
Suely Amaral Mello desenvolve o artigo com o título: O processo de aquisição da escrita na Educação Infantil. A autora parte da idéia de que muito do trabalho que se tem desenvolvido com as crianças na Educação Infantil e noEnsinoFundamental,principalmente, no que se refere a aquisição da escrita, carece de uma base científica, assim busca nos estudos e conhecimentos de Vygotsky essas contribuições.
Ao longo do artigo Suely enumera e discute sugestões e atividades que no geral são vistas, na escola, como improdutivas, mas que “são essenciais para a formação da identidade, da inteligência e da personalidade da criança, além de constituírem as bases para a aquisição da escrita como um instrumento cultural complexo”(p. 24). A autora enfatiza a contribuição de Vygotsky, o qual pontua que para a realização destas atividades através das quais as crianças se apropriam da cultura, é necessário apontar o caráter ativo da criança que aprende.
quarta-feira, 21 de março de 2012
O caderno
Toquinho
Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel...
Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel...
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel...
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer...
Só peço, à você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...(2x)
Os cadernos assim como os livros não devem ser deixados em um canto qualquer.Já que são preciosidades que devem ser cuidadas pois eles fazem parte da nossa vida.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Lembranças da infância
A minha infância foi ótima não tenho muitas histórias mirabolantes.Já que fui criada em apartamento mas aprontava mesmo assim.Quando meus pais saiam eu ia pra janela do meu quarto, pra ficar jogando agua nos ônibus.Fazendo campeonato de cuspi,detalhe eu disputava comigo mesma, coisas de filho unico.!Fora essas coisinha era uma criança calma.Gostava muito de ficar na minha baraca, com as minhas bonecas e falando sozinha.Ficava andando de bicicleta dentro de casa e a minha mãe brigava muito comigo por causa disso.Ficava doida pra chegar o final de semana porque eu ia pra casa da minha prima e aprontavamos muito.
Na escola eu não era muito bagunceira, mas falava muito.Primeiro eu fui pra creche, não lembro exatamente com que idade, gostava de ir pois era aonde tinha contato com outras crianças, mas quando meu pai me levava eu sempre chorava só pra fazer mimo e ele sempre queria me leva de volta pra casa, porém a professora não deixava. Essa fase me marcou bastante,coisa bacanas aconteceram e coisas não muito bacanas também.Teve uma vez que uma garora cortou meu cabelo,estavamos brincando de cabeleiro mas ela cortou de verdade, eu tinha um cabelo enorme é chorei muito, mas tambem bati nela foi uma confussão. Uma outra historia bem marcante foi quando teve uma apresentação para os pais, eu ia me vestir de anjo,mas... um imprevisto aconteceu,que eu não vou contar, o que eu posso disser é que não me vestir de anjo e tiver que usar a roupa da filha da professora.
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