http://www.intermeio.ufms.br/revistas/32/32%20Artigo_02.pdf
http://bibliotecadigital.unec.edu.br/ojs/index.php/unec03/article/viewFile/290/414
http://soatividadesparasaladeaula.blogspot.com.br/2012/08/projeto-pedagogicoeleicoes-municipais.html
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A abordagem das diferentes àreas do conhecimento nos primeiros anos do Ensino Fundamental
http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/165702AnosiniciaisEF.pdf
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?item_id=5583&option=com_zoo&view=item
o texto propõe a refletir sobre as diferentes àreas do conhecimento e os primeiros anos do ensino fundamental, trazendo um relatorio de uma professora do segundo ano sobre um projeto desenvolvido na sua turma: Esse projeto foi desenvolvido quando um aluno levou para sala um pote cheio de largatas.A curiosidade tomou conta da turma,é a partir dessa curiosidade que a professora teve a idéia de elaborar esse projeto.As crianças começaram a registrar as observações diarias num papel, com desenhos e textos, falando sobre as largatas.Os alunos aprenderam as diferenças entre borboletas e mariposas, seus hábitos, sua alimentação além de compreender o ciclo de vida de cada uma.
Mas ese projeto não poderia ser desenvolvido se nao houvesse o acolhimento e a receptividade da professora.Este movimento de acolhimento mútuo foi possível pelas relações de troca e confiança estabelecidas no grupo.
O texto também destaca a importância de um planejamento cuidadoso que assegure o desenvolvimento de todas as àreas de conhecimento e refletir sobre essas diferenças.
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?item_id=5583&option=com_zoo&view=item
o texto propõe a refletir sobre as diferentes àreas do conhecimento e os primeiros anos do ensino fundamental, trazendo um relatorio de uma professora do segundo ano sobre um projeto desenvolvido na sua turma: Esse projeto foi desenvolvido quando um aluno levou para sala um pote cheio de largatas.A curiosidade tomou conta da turma,é a partir dessa curiosidade que a professora teve a idéia de elaborar esse projeto.As crianças começaram a registrar as observações diarias num papel, com desenhos e textos, falando sobre as largatas.Os alunos aprenderam as diferenças entre borboletas e mariposas, seus hábitos, sua alimentação além de compreender o ciclo de vida de cada uma.
Mas ese projeto não poderia ser desenvolvido se nao houvesse o acolhimento e a receptividade da professora.Este movimento de acolhimento mútuo foi possível pelas relações de troca e confiança estabelecidas no grupo.
O texto também destaca a importância de um planejamento cuidadoso que assegure o desenvolvimento de todas as àreas de conhecimento e refletir sobre essas diferenças.
domingo, 9 de dezembro de 2012
MONTEIRO, Sara Mourão.BAPTISTA, Mônica Correia.
Alfabetização e letramento
O texto fala
sobre dimensões ou eixos constitutivos do processo de apropriação da linguagem
escrita:
- O letramento;
-O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula;
-A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica;
A formação de novos usuários da língua escrita se faz por meio de um longo caminho que exige prática constante e um olhar atento dos formadores para os interesses, as curiosidades, os materiais de acesso, os hábitos e os modos de viver das crianças.
Reconhecer que o processo de apropriação da linguagem escrita envolve dois processos distintos, de natureza essencialmente diferente, não pode desconsiderar o fato de que são, ao mesmo tempo, processos interdependentes e indissociáveis. Segundo Soares (1998, p.92), a alfabetização não precede nem é pré-requisito para o “letramento”, ou seja, para a participação nas práticas sociais de escrita, tanto é assim que os analfabetos podem ter certo nível de “letramento”: sem que hajam adquirido a tecnologia da escrita, utiliza a quem a tem para fazer uso da leitura e da escrita.
2- O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula: leva tempo e requer treino por parte das crianças, por isso, um conjunto de atividades de leitura e escrita de palavras e frases deve fazer parte do planejamento pedagógico das professoras desde o primeiro ano do Ensino Fundamental.
As habilidades de leitura e produção de textos envolvem o conhecimento de elementos que compõem os textos escritos, os seus estilos, a identificação do autor, da finalidade e do contexto de circulação do texto. Esses conhecimentos são construídos na prática cotidiana de leitura e escrita. É preciso prática e orientação adequada para desenvolver uma postura de leitor crítico. Por meio de situações de aprendizagem que tomam o texto como objeto de ensino, as crianças devem ter oportunidade de compartilhar com as professoras suas estratégias, seus conhecimentos, suas habilidades de leitura e escrita.
- Segundo período: Ocorre a construção de formas de diferenciação; o aprendiz busca exercer um controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativos e quantitativos; para a criança, para que algo seja lido, deve cumprir dois critérios: possuir uma quantidade suficiente de letras e respeitar uma variedade interna de caracteres.
-Terceiro período: Marcado pela fonetização da escrita, que se inicia com um período silábico e culmina em um período alfabético. A criança tenta fazer coincidir a escrita e o enunciado oral.
Os níveis conceituais da evolução psicogenética são:
Nível 1- Para o aprendiz, escrever é reproduzir os traços típicos da escrita.
Nível 2- Para interpretar e produzir textos é preciso haver diferenças objetivas na escrita (grafismos diferentes).
Nível 3- A letras que compõem a escrita possuem valores sonoros.
Os estudos sobre o desenvolvimento da consciência fonológica das crianças pequenas sugerem a necessidade de uma abordagem sistemática do sistema fonológico ao longo do processo de alfabetização. Ao elaborar a proposta de ensino, é preciso considerar diferentes níveis de abordagem através da atividade pedagógica:
-Reconhecimento das correspondências entre unidades fonológicas e unidades do sistema de escrita.
O texto fala
sobre dimensões ou eixos constitutivos do processo de apropriação da linguagem
escrita: -O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula;
-A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica;
São
formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.
1- Letramento: Se até o início do século XX
bastava que a pessoa assinasse o próprio nome para ser considerada
alfabetizada, com o passar do tempo, esta denominação careceu de maiores
especificações.
Os conceitos de alfabetização e letramento ressaltam
duas dimensões importantes da aprendizagem da escrita. De um lado, as
capacidades de ler e escrever propriamente ditas, e, de outro, a apropriação
efetiva da língua escrita.
A condição
letrada parece ser resultado de um conjunto de fatores que se articulam entre
si: o convívio com pessoas letradas, a participação efetiva em eventos de
letramento, o desenvolvimento das capacidades de leitura e escrita, o
conhecimento de protocolos de uso da escrita. A escola desempenha um papel
fundamental na inclusão das crianças no mundo letrado, bem como na sua formação
como usuário desse sistema simbólico.A formação de novos usuários da língua escrita se faz por meio de um longo caminho que exige prática constante e um olhar atento dos formadores para os interesses, as curiosidades, os materiais de acesso, os hábitos e os modos de viver das crianças.
Reconhecer que o processo de apropriação da linguagem escrita envolve dois processos distintos, de natureza essencialmente diferente, não pode desconsiderar o fato de que são, ao mesmo tempo, processos interdependentes e indissociáveis. Segundo Soares (1998, p.92), a alfabetização não precede nem é pré-requisito para o “letramento”, ou seja, para a participação nas práticas sociais de escrita, tanto é assim que os analfabetos podem ter certo nível de “letramento”: sem que hajam adquirido a tecnologia da escrita, utiliza a quem a tem para fazer uso da leitura e da escrita.
2- O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula: leva tempo e requer treino por parte das crianças, por isso, um conjunto de atividades de leitura e escrita de palavras e frases deve fazer parte do planejamento pedagógico das professoras desde o primeiro ano do Ensino Fundamental.
As habilidades de leitura e produção de textos envolvem o conhecimento de elementos que compõem os textos escritos, os seus estilos, a identificação do autor, da finalidade e do contexto de circulação do texto. Esses conhecimentos são construídos na prática cotidiana de leitura e escrita. É preciso prática e orientação adequada para desenvolver uma postura de leitor crítico. Por meio de situações de aprendizagem que tomam o texto como objeto de ensino, as crianças devem ter oportunidade de compartilhar com as professoras suas estratégias, seus conhecimentos, suas habilidades de leitura e escrita.
À medida que se vai trabalhando os
textos com as crianças, é possível observar como elas passam a considerar as
orientações da professora no momento em que entram em contato com novos textos.
Para as crianças de seis anos, a mediação das professoras é muito necessária.
Não apenas porque elas não conseguem ainda escrever e ler textos com autonomia,
mas também porque para elas a interação por meio da língua escrita é uma
situação que apresenta condições de produção ainda desconhecidas.
3-A aquisição do sistema de escrita
e o desenvolvimento da consciência fonológica: Quando as crianças iniciam o
processo de alfabetização, buscam compreender o que a escrita representa, elas
começam a lidar com a diferenciação dos dois planos da linguagem: o plano do
conteúdo (dos significados), que diz respeito aos significados e sentidos
produzidos quando usamos a língua oral ou escrita, e o plano da expressão (dos
sons) que diz respeito às formas linguísticas. Os aprendizes vão elaborando
hipóteses e resolvendo questões para os problemas que eles mesmos se colocam,
num movimento de reconstruções, no qual antigos conhecimentos vão dando lugar a
novas formulações.
Na linha da evolução psicogenética,
identificam-se três grandes períodos distintos entre si, dentro dos quais cabem
múltiplas subdivisões:
-Primeiro
período: Caracteriza-se pela distinção entre o modo de representação icônico e
não icônico; antes de a criança ser capaz de distinguir escrita de desenho, ela
não pode dedicar-se a considerar as propriedades do texto.- Segundo período: Ocorre a construção de formas de diferenciação; o aprendiz busca exercer um controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativos e quantitativos; para a criança, para que algo seja lido, deve cumprir dois critérios: possuir uma quantidade suficiente de letras e respeitar uma variedade interna de caracteres.
-Terceiro período: Marcado pela fonetização da escrita, que se inicia com um período silábico e culmina em um período alfabético. A criança tenta fazer coincidir a escrita e o enunciado oral.
Os níveis conceituais da evolução psicogenética são:
Nível 1- Para o aprendiz, escrever é reproduzir os traços típicos da escrita.
Nível 2- Para interpretar e produzir textos é preciso haver diferenças objetivas na escrita (grafismos diferentes).
Nível 3- A letras que compõem a escrita possuem valores sonoros.
Nível 4-
Passagem da hipótese silábica à alfabética.
Nível 5- Escrita
alfabética.
Uma das
capacidades das crianças que são desenvolvidas na escola, ao iniciarem o
processo formal de alfabetização, está relacionada à análise do sistema
fonológico da língua que elas aprenderam a falar desde muito cedo. Os estudos
sobre a relação entre consciência fonológica e alfabetização vêm demonstrando o
importante papel das habilidades metafonológicas no processo de aquisição da
leitura e da escrita num sistema alfabético.
Podemos
relacionar três importantes habilidades que constituem a consciência
fonológica:
1. Identificação
das unidades fonológicas
2. Segmentação
das unidades fonológicas;
3. Manipulação:
inverter, subtrair e trocar segmentos fonológicos.Os estudos sobre o desenvolvimento da consciência fonológica das crianças pequenas sugerem a necessidade de uma abordagem sistemática do sistema fonológico ao longo do processo de alfabetização. Ao elaborar a proposta de ensino, é preciso considerar diferentes níveis de abordagem através da atividade pedagógica:
-Análise das variações
linguísticas que constituem a linguagem oral;
-Análise das
diferentes unidades fonológicas da língua oral;-Reconhecimento das correspondências entre unidades fonológicas e unidades do sistema de escrita.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Alfabetição e Letramento - Trabalho em grupo
Trabalhamos em grupo o texto de MONTEIRO, Sara Mourão. BAPTISTA, Mônica Correia. Alfabetização e Letramento- Salto para o futuro, Anos iniciais do ensino fundamental, página 10-28
Em grupo (Eu,Maria Alice, Lorena, Patrícia e Marina), discutimos o texto que foi proposto pelo professor e fizéssemos slides para apontar aspectos relevantes do texto.Slides abaixo
Em grupo (Eu,Maria Alice, Lorena, Patrícia e Marina), discutimos o texto que foi proposto pelo professor e fizéssemos slides para apontar aspectos relevantes do texto.Slides abaixo
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Texto1:Costa,Débora Amorim Gomes da.Fala e escrita:proposta didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental
http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/gt10-4398--int.pdf
Os manuais didáticos ainda são uma referência para a organização e sistematização do ensino nas salas de aula, no que se refere ao ensino da língua portuguesa, são suportes que auxiliam no letramento escolar.O texto faz uma analise as estratégicas didáticas adotadas pelos livros para tratar as relações fala-escrita, considerando a escassez de pesquisa que investigam tal eixo de análise direcionado para as séries iniciais.
Foram escolhidas as coleções:Portugues uma Proposta para o Letramento (C1) e Vitória Regia-Língua Portuguesa (C2), essas coleções explicitam embasar-se em uma proposta de língua com interação, evidenciando a necessidade de se trabalhar a dimensão textual e discursiva da língua, contemplando as relações fala-escrita como processo de interação entre os sujeitos.
A pequisa evidenciam que, no processo de didatização das relações fala-escrita, as coleções apresentam traços diferenciados de encaminhamentos para análise de objetos de estudo.Observamos que a C1 considera a relação fala-escrita na dimensão do contínuo tipológico dos gêneros textuais, respondendo a uma noção de língua sócio-interativa, a C2 direnciona uma refleção da língua falada do ponto de vista do que se espera de uma escrita padrão.
-Como podemos superar as dificuldades encontradas para o ensino da língua materna com a escrita
É notório que nas primeiras séries do Ensino Fundamental, existe uma complexidade de dificuldades que aparecem nesse período. A Instituição escolar deve estar atenta às dificuldades de aprendizagem, pois quanto mais cedo se perceber essas, haverá vantagens para ser solucionada com mais rapidez. Assim a escola deve promover atividades diferenciadas e significativas de leitura e escrita que tenham sentido para os alunos. O desenvolvimento de situações educativas provoca mudanças compulsivas conforme a tendência adotada.
A Instituição Escolar, seja, particular, pública, central ou periférica, sempre surgem alunos a cada ano, que apresentam uma aprendizagem lenta diante dos outros da mesma faixa etária e série. A aprendizagem depende de fatores internos e externos, ou seja, os internos referem-se ao funcionamento do organismo, a psicomotricidade, a estrutura cognitiva, enfim ao seu corpo; já os externos estão associados ao contexto no qual está inserido. Frente a isso a Unidade Escolar, deve estar sempre observando e analisando o que realmente prejudica o ensino-aprendizagem desse alunado no processo educacional. Neste contexto, deve haver um ambiente lúdico e profissionais qualificados, para proporcionar assistência aos professores e a outros profissionais da instituição escolar, para melhoria das condições do processo educacional, bem como, a informação à família do discente sobre o processo que o mesmo está tendo na Unidade escolar.
Os manuais didáticos ainda são uma referência para a organização e sistematização do ensino nas salas de aula, no que se refere ao ensino da língua portuguesa, são suportes que auxiliam no letramento escolar.O texto faz uma analise as estratégicas didáticas adotadas pelos livros para tratar as relações fala-escrita, considerando a escassez de pesquisa que investigam tal eixo de análise direcionado para as séries iniciais.
Foram escolhidas as coleções:Portugues uma Proposta para o Letramento (C1) e Vitória Regia-Língua Portuguesa (C2), essas coleções explicitam embasar-se em uma proposta de língua com interação, evidenciando a necessidade de se trabalhar a dimensão textual e discursiva da língua, contemplando as relações fala-escrita como processo de interação entre os sujeitos.
A pequisa evidenciam que, no processo de didatização das relações fala-escrita, as coleções apresentam traços diferenciados de encaminhamentos para análise de objetos de estudo.Observamos que a C1 considera a relação fala-escrita na dimensão do contínuo tipológico dos gêneros textuais, respondendo a uma noção de língua sócio-interativa, a C2 direnciona uma refleção da língua falada do ponto de vista do que se espera de uma escrita padrão.
-Como podemos superar as dificuldades encontradas para o ensino da língua materna com a escrita
É notório que nas primeiras séries do Ensino Fundamental, existe uma complexidade de dificuldades que aparecem nesse período. A Instituição escolar deve estar atenta às dificuldades de aprendizagem, pois quanto mais cedo se perceber essas, haverá vantagens para ser solucionada com mais rapidez. Assim a escola deve promover atividades diferenciadas e significativas de leitura e escrita que tenham sentido para os alunos. O desenvolvimento de situações educativas provoca mudanças compulsivas conforme a tendência adotada.
A Instituição Escolar, seja, particular, pública, central ou periférica, sempre surgem alunos a cada ano, que apresentam uma aprendizagem lenta diante dos outros da mesma faixa etária e série. A aprendizagem depende de fatores internos e externos, ou seja, os internos referem-se ao funcionamento do organismo, a psicomotricidade, a estrutura cognitiva, enfim ao seu corpo; já os externos estão associados ao contexto no qual está inserido. Frente a isso a Unidade Escolar, deve estar sempre observando e analisando o que realmente prejudica o ensino-aprendizagem desse alunado no processo educacional. Neste contexto, deve haver um ambiente lúdico e profissionais qualificados, para proporcionar assistência aos professores e a outros profissionais da instituição escolar, para melhoria das condições do processo educacional, bem como, a informação à família do discente sobre o processo que o mesmo está tendo na Unidade escolar.
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