segunda-feira, 11 de março de 2013

vídeos relacionados ao texto anterior


variação linguística.







Avaliação em língua portuguesa




Depoimentos de professores de diversas áreas que participaram do projeto leitura e escrita

Texto:A Língua Portuguesa Nos Currículos de Final de Século.Marildes Marinho

 
 
 


Segunda parte do texto
 



 
A escrita na escola:Ler e escrever para quê?

O PCN fala que atividade de leitura deve fazer sentido para os alunos, se a escola pretende converter a leitura em objeto de aprendizado deve preservar a natureza e suas complexidades, sem descaracterizá-la.Isso significa trabalhar com diversidade de textos e de combinações entre eles.
Alguns currículos sugerem atividades de escrita e de leitura voltadas para sistematização e organização do conhecimento escolar.Assim a escrita seria um trabalho de construção e apropriação de um conhecimento.



O texto não é e não é pretexto

Segundo o PCN de Língua Portuguesa (1997): A leitura na escola tem sido fundamentalmente um objeto de ensino. Para que possa constituir também objeto de aprendizagem, é necessário que faça sentido para o aluno, isto é, a atividade de leitura deve responder do seu ponto de vista, os objetivos de realização imediata. ( p.54).
Nos currículos analisados percebe-se que a função preferencial da leitura é a de servir como instrumento de aprendizado que serão utilizados para produção de textos.



Variação linguistica e relação língua oral/língua escrita

A variação linguística é fenômeno comum as língua.Os PCN, também, incorporam essa visão de linguagem pautada na variação lingüística, deixando claro que para poder ensinar Língua Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma "certa" de falar e que esta se reflete de forma perfeita na escrita, de que nossas salas de aulas são compostas por uma única variante.



A avaliação: Um final lacônico

O que a autora pode perceber que não são claras os objetivos da avaliação, pois a ausência de critérios e a avaliação assume uma postura descomprometida em relação ao aluno.E deixa uma questão será que issao tanbém ocorre em outras diciplinas.



Concluindo

Marinho, ao analisar currículos de Língua Portuguesa das décadas de 80/90 de dezenove estados brasileiros, constatou uma tentativa – ainda que com contradições e distorções – de aproximação daqueles documentos às novas concepções divulgadas nos discursos dos especialistas dessa área. Segundo a autora, na realidade tais propostas constituíram mais um conjunto de intenções que, propriamente, uma concretização de uma proposta de ensino centrada em uma abordagem discursiva e pragmática da linguagem.
 
 



domingo, 10 de março de 2013

Análise do texto: A Língua Portuguesa nos Currículos de Final de Século.Marildes Marinho

 
 


Primeira parte do texto 
 
Apresentação
Neste texto foram analisado os curriculos de 19 estados,sugere anotações de projetos e estudos a serem pensados em torno do currículo de língua portuguesa.faz uma abordagem genérica da questões apresentadas nos currículos analisado,não oferece uma descrição detalhada de todos os currículos.
 
Resumindo uma longa história da disciplina de língua portuguesa
 

A inclusão da disciplina Língua portuguesa no currículo escolar foi muito tardia no Brasil.E desde então, o ensino de língua portuguesa privilegiou o ensino da gramática de uma única modalidade da língua portuguesa, ou seja, a modalidade considerada padrão.

 
No momento em que elaborou a sua história da disciplina Língua Portuguesa no Brasil, havia três questões em discussão na área educacional brasileira que só poderiam ser esclarecidas e decididas, se buscássemos realizar uma articulação e síntese entre: a definição de parâmetros curriculares para a disciplina português,a reformulação dos cursos de formação de professores dessa disciplina, a avaliaçãodos livros didáticos para essa disciplina.

Da forma de organização ás estratégias de leitura

 Segundo Marinho,"A maioria das propostas concentrou maior esforço em contruir um novo campo de conhecimento, insistindo, portanto em um texto que busca instituir um novo perfil de leitor, tomando como meta básica a de substituir um conhecimento considerado ultrapassado ou apronfundar um novo conhecimento que se vem constituindo"(p.54).

Concepção da língua e de gramática

O ensino de gramática têm constituído, assim, uma tentativa de minimizar a importância da tradição gramatical ainda tão consolidada no contexto escolar, uma vez que, segundo Marinho (1998), "ensinar e aprender Língua Portuguesa, na escola, historicamente, tem sido entendido como ensinar e aprender regras gramaticais" (p. 60).

Compreendemos, a necessidade de investir em um ensino dos conhecimentos gramaticais articulado à leitura e à produção de textos escritos, superando uma tradição escolar centrada na memorização de regras. Compreendemos, assim, que os conhecimentos gramaticais deveriam estar a serviço dos usos da língua.
O que falta no ensino da gramática, de acordo com a didática é a aplicabilidade, pois quando aprende-se algo que serve de uso em nossas vidas, certamente ficará guardado dentro de nós, de maneira tal que não esqueceremos. Acredita-se que há possibilidade da gramática condizer com a nossa realidade, por exemplo, quando um aluno expressa algo comum na fala de sua comunidade como os regionalismos e os neologismos, pode-se aproveitar a oportunidade e intervir nessa fala, mostrando que, muitas vezes, há várias formas de dizer a mesma palavra, que a Lingüística explica todas essas variações e posteriormente demonstrar como a gramática normativa usa essa palavra. Outro ponto que falta no ensino de gramática é acabar com certas "decorebas", muitas vezes, aprende na escola que os verbos: ser, estar, continuar, parecer, permanecer, dentro outros, sempre serão verbos de ligação, e ao chegar à faculdade leva-se um choque ao se deparar que depende do contexto do texto ou da frase para esse verbo ser realmente de ligação.

Vale a pena dá uma olhadinha:

quinta-feira, 7 de março de 2013

Análise do Livro didático - Projeto Buriti 3°ano

Para a análise do livro, decidimos absorva-lo a partir dos eixos descritos pelo PCN de Língua Portuguesa.
Produzimos um slide para a apresentação
 

Sequência didática. Tema: Sustentabilidade.




Formação do grupo: Lorena Rodrigues, Marina Briata, Maria Alice Bral, Stefany Matos, Samantha Carvalho e Patrícia Pinho.


 

Disciplina: Língua Portuguesa.

Tema central: Sustentabilidade e Meio Ambiente.

Objetivo Geral: Desenvolver o conceito e os benefícios do tema central com os alunos, para que assim possam colaborar para um mundo mais sustentável, pois ações feitas hoje podem ter conseqüências futuras.

¢ Turma: 3º ano.

¢ Faixa etária: 07 aos 09 anos.

Primeiro dia:
Tema da aula: O que é Sustentabilidade?

Tema transversal: Português e ciências.

Gênero: Artigo de opinião.

Eixo: Práticas de reflexão sobre o uso da língua, oralidade e práticas de leitura.

Objetivo da aula
  • Desenvolver o conceito sobre o tema trabalhado, dar o primeiro passo para que os alunos se tornem "ecologicamente alfabetizados", trabalhando com pequenos textos para que desenvolvam também a oralidade e a escrita.

Procedimento metodológico:
  • 1º momento: Fazer uma roda com os alunos para que possa apresentar o tema.
  • 2º momento: Distribuir um pequeno texto com o conceito do tema, e pedir para cada aluno ler um trecho.
  • 3º momento: Explicar o tema para os alunos e entregar uma folha para cada um, para que escrevam em cinco linhas o que é sustentabilidade, depois de pronto eles trocarão os trabalhos e cada um irá ler o que o colega de turma escreveu.
  • 4º momento: Pedir para que realizem uma pequena pesquisa em casa sobre o tempo de decomposição dos objetos.

  • Avaliação:Observação de como o aluno desenvolveu as atividades em sala, como a leitura do texto e a produção de texto.

    Segundo dia:

    Tema da aula: O caminho do lixo.

    Tema transversal: Natureza e Sociedade.

    Gênero: Redação.

    Eixo: Práticas de produção textual; Oralidade.

    Objetivo da aula:
  • Discutir a idéia de preservação do meio ambiente;
  • Conhecer o processo da coleta e o destino do lixo escolar;
  • Identificar quem produz e quem cuida do lixo escolar.

  • Procedimento metodológico:
    •  1º momento:Iniciar uma discussão com a turma sobre os problemas ambientais da atualidade, usando como recurso imagens (figuras). Procure figuras que representem: aquecimento global, enchentes, rios poluídos, trânsito, lixo na comunidade e lixo na escola e cole em uma cartolina. Mostre as imagens e questione às crianças: o que está acontecendo? Que local é este? Por que será que estes fenômenos estão acontecendo no ambiente? Como as pessoas interferem no ambiente? Valorize as respostas dos alunos e os ajudem a ampliar suas percepções sobre o ambiente, além da própria ampliação da linguagem oral.

    • 2º momento: Selecionar uma figura que representa o lixo escolar e colocar as crianças para observar e falar em voz alta do que se trata. Em seguida faça as seguintes perguntas, onde o lixo da sua escola fica localizado? Quem produz este lixo? Quem são as pessoas responsáveis pela coleta do lixo na escola? Na etapa seguinte, você mostra algumas imagens e solicita que as crianças eliminem aquela que demonstra uma atitude errada na coleta do lixo. Assim, faça uma discussão sobre as atitudes que as pessoas devem ter com a coleta e em seguida coordene a produção de um texto coletivo, refletindo a idéia do grupo sobre a coleta do lixo escolar.

    Avaliação:
    Participação do aluno na roda de conversa; a compreensão do processo da coleta do lixo escolar; os questionamentos que foram realizados.

    Terceiro dia:
    Tema da aula: Reaproveitando os alimentos.

    Tema transversal: Português, Ciências e Matemática.

    Gênero: Receita.

    Eixo: Oralidade, práticas de reflexão sobre o uso da escrita e práticas de leitura.

    Objetivo da aula:
  • Mostrar que a sustentabilidade está em vários assuntos, inclusive nos alimentos.
    • Conscientizar as crianças de que não podemos desperdiçar alimentos;
      Estimular as crianças a reduzirem o desperdício de alimentos tanto em casa quanto na escola;
  • Mobilizar as famílias junto com a escola contra o desperdício de alimentos a partir da conscientização dos alunos, assim eles poderiam contar aos pais a importância do assunto e mostraria o que aprendeu nessa aula.
  • Estimular nas crianças a importância do aproveitamento integral dos alimentos, por intermédio da elaboração de receitas que utilizem cascas, talos e folhas dos alimentos, dentre outras partes que, geralmente, são dispensadas no lixo;

  • Procedimento metodológico:
  • 1º momento: Começar uma conversa sobre o que é feito com os alimentos que sobram em suas casas. Explicação sobre o assunto.
  • 2º momento: mostrar receitas feitas com ingredientes reaproveitáveis e junto mostrar a estrutura de uma receita e mostrar suas características introduzindo previamente o conceito das medidas em uma receita.
  • 3 º momento: Se a escola tiver espaço físico e propício, o professor junto com a turma poderá fazer uma receita ou simplesmente levá-la pronta para que eles possam degustar.

  • Avaliação:Observação no entendimento do aluno a esse gênero textual,percepção de estrutura,cronologia da receita e a questão da quantidade.

    Material utilizado:


    Receita


    Bolo de casca de banana


    Ingredientes:



    Massa:

    4 unidades de casca de banana

    2 unidades ovo

    2 xícaras (chá) de leite

    2 colheres (sopa) de margarina

    3 xícaras (chá) de açúcar

    3 xícaras (chá) de farinha de rosca

    1 colher (sopa) de fermento em pó


    Cobertura:


    ½ xícara (chá) de açúcar

    1½ xícara (chá) de água

    4 unidades de banana

    ½ unidade de limão


    Modo de preparo:


    Lave as bananas e descasque. Separe as cascas para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por ultimo, misture delicadamente às claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e enfarinhada. Leve ao forno medo preaquecido por aproximadamente 40 minutos. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.

    Quarto dia:

    Tema da aula: Cuidando da natureza.

    Tema transversal: Português e Ciências.

    Gênero: Poético.

    Eixo: Produção Textual

    Objetivo da aula:
  • Promover a aproximação do texto poético.
  • Estimular a prática de leitura de poemas.

  • Procedimento metodológico:
  • 1° momento: Fazer uma roda de conversa sobre os assuntos estudados nos dias anteriores. O professor fará questões sobre sustentabilidade para verificar o conhecimento adquirido dos alunos.
  • 2° momento: apresentação de cartazes de distribuição do texto. O professor ira expor um cartaz com o poema em letras maiúsculas e distribuirá o texto para os aluno lerem primeiramente em voz baixa. O tempo para a leitura é fundamental para que as crianças se familiarizem com o poema. Posteriormente será feita a leitura coletiva do cartaz e os alunos serão motivados a apresentarem as opiniões sobre o poema.
  • 3° momento: Trabalho em grupo/produção de poemas. Feito a leitura do texto, a turma será dividida em grupos para produzirem pequenos poemas sobre a poluição e sustentabilidade. Todo o processo deve ser acompanhado e auxiliado pelo professor. Depois de produzido todos os poemas, os alunos irão apresentá-los para a turma.

  • Avaliação: Observar se houve um entendimento da estrutura do poema, se a coletividade foi bem trabalhada e se houve uma compreensão do tema abordado.

    Poema a ser trabalhado:




    Cuidando da natureza


    (Leila Maria Grillo)

    Vamos cuidar

    Da mãe Natureza

    Preservando a vida

    Do nosso Planeta.

    Não desperdicem água

    Para não faltar

    Separe todo lixo

    Para reciclar.

    Não destruam as matas

    Árvores e flores

    Que enfeitam o mundo

    Com as suas cores.

    Não poluam o ar

    Isso não é legal

    Na certa vai causar

    O aquecimento global.

    Vamos trabalhar

    Nessa tarefa urgente

    Para preservar

    O nosso meio ambiente.

    Quinto dia: 
    Objetivo da aula:
    •  Proporcionar momentos de reflexão sobre a necessidade de mudanças de postura em relação ao meio ambiente a partir de dinâmicas interativas;
  • Mostrar que reciclando conseguimos materiais divertidos e úteis;
  • Ensinar a sustentabilidade como modo de vida;
  • Melhorar o presente, visando outras gerações;
  • Trabalhar a interação social, a oralidade, a leitura e a escrita.

  • Procedimento metodológico:
  • 1º Momento: Iniciar com uma roda de conversa, mostrando o que é reciclagem e algumas de suas vertentes, explicar sobre os benefícios de usar a sustentabilidade no seu cotidiano. Mostrar os materiais (brinquedos) que serão confeccionados no decorrer do dia e com que serão feitos.
  • 2º Momento: Pedir que eles façam grupos e cada grupo escreva um bilhete onde falarão o que esperam que tenha melhorado no meio em que vivem, para que as gerações futuras usufruam de um Mundo melhor. Ao fim da escrita, um representante de cada grupo lerá o bilhete feito por eles.
  • 3º Momento: Confecção de cartazes que ilustrem o que foi absorvido na Semana da Sustentabilidade. Cartazes estes que servirão de "ornamentação" para a escola a fim de orientar e informar sobre os temas tratados.
  • 4º Momento: Criação de objetos com sucatas "pet". Dentre eles estão o bilboquê, megafone, flor e até mesmo um potinho "porta-treco".

  • Avaliação:Observar a capacidade de entendimento do tema tratado, escrita, oralidade, criatividade, coordenação psicomotora e a coletiva.

     




     

    quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

    Gênero Textual e Tipologia Textual

    l
     O texto apresenta algumas considerações sobre Gênero Textual e Tipologia Textual usando,  as considerações feitas por Marcuschi (2002) e Travaglia (2002).
     Marcuschi defende o trabalho com textos na escola a partir da abordagem do Gênero Textual. Ele não demostra favorecimento ao trabalho com Tipologia Textual.
     Por outro Travaglia defende o trabalho com a Tipologia Textual. Para ele o trabalho com texto e com diferentes tipos de textos é fundamental para o desenvolvimento da compentência comunicativa.
    • Marcuschi traz a seguinte configuração teórica:
    1. intertextualidade intergêneros - um gênero com a função de outro
    2. heterogeneidade tipolólica - um gênero com a presença de vários tipos
    • Travaglia mostra seguinte:
    1. conjugação tipológica- um texto apresenta vários tipos
    2. intercâmbio de tipos- um tipo usado no lugar de outro
    Podemos observa  que Travaglia dá ao gênero uma função social.Já Marcuschi apresenta alguns exemplos de gêneros, mas não ressalta sua função social.






      Seria interresante que vocês dessem uma olhadinha o texto aborda a diferença entre Gênero Textual e Tipologia Textual http://ateliedotexto.net/?p=345

    Textos que contribuem para o desenvolvimento de habilidades leitorais nos primeiros anos do ensino fundamental

    http://www.intermeio.ufms.br/revistas/32/32%20Artigo_02.pdf

    http://bibliotecadigital.unec.edu.br/ojs/index.php/unec03/article/viewFile/290/414

    http://soatividadesparasaladeaula.blogspot.com.br/2012/08/projeto-pedagogicoeleicoes-municipais.html

    A abordagem das diferentes àreas do conhecimento nos primeiros anos do Ensino Fundamental

    http://www.tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/165702AnosiniciaisEF.pdf

    http://tvescola.mec.gov.br/index.php?item_id=5583&option=com_zoo&view=item

    o texto propõe a refletir sobre as diferentes àreas do conhecimento e os primeiros anos do ensino fundamental, trazendo um relatorio de uma professora do segundo ano sobre um projeto desenvolvido na sua turma: Esse projeto foi desenvolvido quando um aluno levou para sala um pote cheio de largatas.A curiosidade tomou conta da turma,é a partir dessa curiosidade que a professora teve a idéia de elaborar esse projeto.As crianças começaram a registrar as observações diarias num papel, com desenhos e textos, falando sobre as largatas.Os alunos aprenderam as diferenças entre borboletas e mariposas, seus hábitos, sua alimentação além de compreender o ciclo de vida de cada uma.
    Mas ese projeto não poderia ser desenvolvido se nao houvesse o acolhimento e a receptividade da professora.Este movimento de acolhimento mútuo foi possível pelas relações de troca e confiança estabelecidas no grupo.
    O texto também destaca a importância de um planejamento cuidadoso que assegure o desenvolvimento de todas as àreas de conhecimento e refletir sobre essas diferenças.

    domingo, 9 de dezembro de 2012

    MONTEIRO, Sara Mourão.BAPTISTA, Mônica Correia.

                                                                      Alfabetização e letramento

    O texto fala sobre dimensões ou eixos constitutivos do processo de apropriação da linguagem escrita:
    - O letramento;
    -O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula;
    -A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica;

           São formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.
     1- Letramento: Se até o início do século XX bastava que a pessoa assinasse o próprio nome para ser considerada alfabetizada, com o passar do tempo, esta denominação careceu de maiores especificações.

     Os conceitos de alfabetização e letramento ressaltam duas dimensões importantes da aprendizagem da escrita. De um lado, as capacidades de ler e escrever propriamente ditas, e, de outro, a apropriação efetiva da língua escrita.
    A condição letrada parece ser resultado de um conjunto de fatores que se articulam entre si: o convívio com pessoas letradas, a participação efetiva em eventos de letramento, o desenvolvimento das capacidades de leitura e escrita, o conhecimento de protocolos de uso da escrita. A escola desempenha um papel fundamental na inclusão das crianças no mundo letrado, bem como na sua formação como usuário desse sistema simbólico.
    A formação de novos usuários da língua escrita se faz por meio de um longo caminho que exige prática constante e um olhar atento dos formadores para os interesses, as curiosidades, os materiais de acesso, os hábitos e os modos de viver das crianças.
    Reconhecer que o processo de apropriação da linguagem escrita envolve dois processos distintos, de natureza essencialmente diferente, não pode desconsiderar o fato de que são, ao mesmo tempo, processos interdependentes e indissociáveis. Segundo Soares (1998, p.92), a alfabetização não precede nem é pré-requisito para o “letramento”, ou seja, para a participação nas práticas sociais de escrita, tanto é assim que os analfabetos podem ter certo nível de “letramento”: sem que hajam adquirido a tecnologia da escrita, utiliza a quem a tem para fazer uso da leitura e da escrita.
    2- O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula: leva tempo e requer treino por parte das crianças, por isso, um conjunto de atividades de leitura e escrita de palavras e frases deve fazer parte do planejamento pedagógico das professoras desde o primeiro ano do Ensino Fundamental.
    As habilidades de leitura e produção de textos envolvem o conhecimento de elementos que compõem os textos escritos, os seus estilos, a identificação do autor, da finalidade e do contexto de circulação do texto. Esses conhecimentos são construídos na prática cotidiana de leitura e escrita. É preciso prática e orientação adequada para desenvolver uma postura de leitor crítico. Por meio de situações de aprendizagem que tomam o texto como objeto de ensino, as crianças devem ter oportunidade de compartilhar com as professoras suas estratégias, seus conhecimentos, suas habilidades de leitura e escrita.

            À medida que se vai trabalhando os textos com as crianças, é possível observar como elas passam a considerar as orientações da professora no momento em que entram em contato com novos textos. Para as crianças de seis anos, a mediação das professoras é muito necessária. Não apenas porque elas não conseguem ainda escrever e ler textos com autonomia, mas também porque para elas a interação por meio da língua escrita é uma situação que apresenta condições de produção ainda desconhecidas.
       3-A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica: Quando as crianças iniciam o processo de alfabetização, buscam compreender o que a escrita representa, elas começam a lidar com a diferenciação dos dois planos da linguagem: o plano do conteúdo (dos significados), que diz respeito aos significados e sentidos produzidos quando usamos a língua oral ou escrita, e o plano da expressão (dos sons) que diz respeito às formas linguísticas. Os aprendizes vão elaborando hipóteses e resolvendo questões para os problemas que eles mesmos se colocam, num movimento de reconstruções, no qual antigos conhecimentos vão dando lugar a novas formulações.
                Na linha da evolução psicogenética, identificam-se três grandes períodos distintos entre si, dentro dos quais cabem múltiplas subdivisões:
    -Primeiro período: Caracteriza-se pela distinção entre o modo de representação icônico e não icônico; antes de a criança ser capaz de distinguir escrita de desenho, ela não pode dedicar-se a considerar as propriedades do texto.
    - Segundo período: Ocorre a construção de formas de diferenciação; o aprendiz busca exercer um controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativos e quantitativos; para a criança, para que algo seja lido, deve cumprir dois critérios: possuir uma quantidade suficiente de letras e respeitar uma variedade interna de caracteres.
    -Terceiro período: Marcado pela fonetização da escrita, que se inicia com um período silábico e culmina em um período alfabético. A criança tenta fazer coincidir a escrita e o enunciado oral.
    Os níveis conceituais da evolução psicogenética são:
    Nível 1- Para o aprendiz, escrever é reproduzir os traços típicos da escrita.
    Nível 2- Para interpretar e produzir textos é preciso haver diferenças objetivas na escrita (grafismos diferentes).
    Nível 3- A letras que compõem a escrita possuem valores sonoros.
    Nível 4- Passagem da hipótese silábica à alfabética.
    Nível 5- Escrita alfabética.
    Uma das capacidades das crianças que são desenvolvidas na escola, ao iniciarem o processo formal de alfabetização, está relacionada à análise do sistema fonológico da língua que elas aprenderam a falar desde muito cedo. Os estudos sobre a relação entre consciência fonológica e alfabetização vêm demonstrando o importante papel das habilidades metafonológicas no processo de aquisição da leitura e da escrita num sistema alfabético.
    Podemos relacionar três importantes habilidades que constituem a consciência fonológica:
    1. Identificação das unidades fonológicas
    2. Segmentação das unidades fonológicas;
    3. Manipulação: inverter, subtrair e trocar segmentos fonológicos.
    Os estudos sobre o desenvolvimento da consciência fonológica das crianças pequenas sugerem a necessidade de uma abordagem sistemática do sistema fonológico ao longo do processo de alfabetização. Ao elaborar a proposta de ensino, é preciso considerar diferentes níveis de abordagem através da atividade pedagógica:

    -Análise das variações linguísticas que constituem a linguagem oral;
    -Análise das diferentes unidades fonológicas da língua oral;

    -Reconhecimento das correspondências entre unidades fonológicas e unidades do sistema de escrita.

               

    Atividades elaboradas baseadas na consciência fonológica.




    quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

    segunda-feira, 26 de novembro de 2012

    Texto1:Costa,Débora Amorim Gomes da.Fala e escrita:proposta didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental

    http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/gt10-4398--int.pdf

    Os manuais didáticos ainda são uma referência para a organização e sistematização do ensino nas salas de aula, no que se refere ao ensino da língua portuguesa, são suportes que auxiliam no letramento escolar.O texto faz uma analise as estratégicas didáticas adotadas pelos livros para tratar as relações fala-escrita, considerando a escassez de pesquisa que investigam tal eixo de análise direcionado para as séries iniciais.
    Foram escolhidas as coleções:Portugues uma Proposta para o Letramento (C1) e Vitória Regia-Língua Portuguesa (C2), essas coleções explicitam embasar-se em uma proposta de língua com interação, evidenciando a necessidade de se trabalhar a dimensão textual e discursiva da língua, contemplando as relações fala-escrita como processo de interação entre os sujeitos.
    A pequisa evidenciam que, no processo de didatização das relações fala-escrita, as coleções apresentam traços diferenciados de encaminhamentos para análise de objetos de estudo.Observamos que a C1 considera a relação fala-escrita na dimensão do contínuo tipológico dos gêneros textuais, respondendo a uma noção de língua sócio-interativa, a C2 direnciona uma refleção da língua falada do ponto de vista do que se espera de uma escrita padrão.

    -Como podemos superar as dificuldades encontradas para o ensino da língua materna com a escrita

    É notório que nas primeiras séries do Ensino Fundamental, existe uma complexidade de dificuldades que aparecem nesse período. A Instituição escolar deve estar atenta às dificuldades de aprendizagem, pois quanto mais cedo se perceber essas, haverá vantagens para ser solucionada com mais rapidez. Assim a escola deve promover atividades diferenciadas e significativas de leitura e escrita que tenham sentido para os alunos. O desenvolvimento de situações educativas provoca mudanças compulsivas conforme a tendência adotada.
    A Instituição Escolar, seja, particular, pública, central ou periférica, sempre surgem alunos a cada ano, que apresentam uma aprendizagem lenta diante dos outros da mesma faixa etária e série. A aprendizagem depende de fatores internos e externos, ou seja, os internos referem-se ao funcionamento do organismo, a psicomotricidade, a estrutura cognitiva, enfim ao seu corpo; já os externos estão associados ao contexto no qual está inserido. Frente a isso a Unidade Escolar, deve estar sempre observando e analisando o que realmente prejudica o ensino-aprendizagem desse alunado no processo educacional. Neste contexto, deve haver um ambiente lúdico e profissionais qualificados, para proporcionar assistência aos professores e a outros profissionais da instituição escolar, para melhoria das condições do processo educacional, bem como, a informação à família do discente sobre o processo que o mesmo está tendo na Unidade escolar.

    Agora vamos começar TAELP 2

    sexta-feira, 5 de outubro de 2012

    Acabou...

    A princípio quando fui informada que tinha que fazer um blog não gostei muito da idéia,mas depois fui me apaixonando pela nova experiência.Já que aprendi, gostei, aprovei e indico essa avaliação formativa para todos os professores que eu conheço, pois é uma forma de unir a avaliação, que precisa de qualquer forma ser feita, as reflexões de todos os textos por parte dos alunos e a interação com os meios modernos da tecnologia.
    A partir da possibilidade das publicações no blog, da exposição do que pensamos e acreditamos, pude refletir mais um pouco sobre a educação e a atuação de professores e alunos. Pude notar que fiz o papel de autora na produção das postagens. Percebi que desde a alfabetização várias oportunidades de aprender surgem a partir dessa nova forma onde as crianças podem pesquisar, criar e ter autonomia para consolidar todo um conhecimento interno e o absorvido pelas experiências diárias. Inclusive a partir desta forma de comunicação, expressar o que pensa e sente e ter livre expressão no que fala e escreve. Trazer a mídia social para a sala de aula pode ser muito interessante e de valiosa contribuiçao para a aprendizagem dos conteúdos.
    No momento em que vivemos, essa forma tecnológica de aprender, é uma proposta de uma interação nova com a informação de conteúdos propostos no mundo educativo e de expressão da subjetividade. Além de tornar-se um grande aliado no processo de aprendizagem.
    A grande dificuldade nesse processo foi a sala revoluti pois temos sério problemas com a sala do futuro.Alguns computadores não funcionam,outros não tem mouse e nem teclado,internet ruin e fora a poeira.Mas espero sinceramente que no próximo semestre as coisas melhorem.

    segunda-feira, 1 de outubro de 2012

    O jornal na escola


    O jornal na escola: uma análise da utilização da mídia impressa como complemento ao conteúdo do ensino escolar na região de 
    Maringá - PR

    Tecnologia na educação - Escolas têm desafio de educar crianças já inseridas na era digital



    Tecnologias na Educação: estamos preparados?
    Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação.
    2011 - Universidade Estadual de Campinas.
    Curso: utilização de objetos de aprendizagem em sala de aula mediatizado pelas tecnologias digitais.

    sábado, 29 de setembro de 2012

    Grupo 4

    Grupo 4 Do qual eu fiz parte apresentou o texto "A Escola na  Sociedade  da Informação: Tecnologias, ferramentas e criatividades...em busca de uma alfabetização digital'.
    O texto trata sobre a utilização das tecnologias atuais em sala de aula, fazendo referencia ao acirramento das barreiras e fronteiras, o que conhecemos como globalização.Os autores tomam como base as experiências vividas pela Escola Infantil Tic Tic Tac,esta é uma escola que já aderiu a Nova Sociedade da informação, fazendo uso das novas tecnologias e ferramentas como recursos didáticos-pedagógico.
     A escola Tic Tic Tac:
    - Sócio-construtivista
    - Promoção do desenvolvimento integral da criança
    - Respeito ás necessidades e ritmos individuais, enriquecendo a capacidade de cada criança
    - Papel socializador
    - Desenvolvimento da identidade
    - Integração

    Apresentação grupo 3

    O Grupo 3, composto por Joana Almeida, Marcela Flo, Leandro Sartori e Daniela Araújo, nos apresentou o texto "Mídia Escrita e Letramento: Jornais e Revistas na sala de aula".
    O texto fala sobre as diferentes formas de o sujeito ingressar no mundo da escrita e de utilizar-se dela,também aborda as formas de ler e que a leitura é uma atividade inter e intrapsicologica (Geraldi).
     Perfil dos docentes na prática
    -facilitador
    -integrado
    -mediador

    quinta-feira, 31 de maio de 2012

    Grupo 1

     Interação, alfabetização e letramento: uma proposta de/para alfabetizar,letrando.
    O grupo mostra a diferença de alfabetização e letramento.Alfabetização: ensino do conhecimento de letras, leitura e escrita. Letramento: conjunto de práticas de uso da linguagem numa dada sociedade ou contexto.
    Conceito de alfabetização e letramento segundo o dicionário Aurélio analfabeto é aquele que não sabe ler e nem escrever, pessoa letrada é aquela que tem conhecido literario.
    Aprender a escrever, significa dominar um conjunto funcional.
    O texto fala do papel do professor como mediador.